Publicado por: marxlima | março 19, 2009

NÃO UNE, NÃO!

            Recentemente tive acesso ao jornal da UEP (União dos Estudantes de Pernambuco), e vi que lá no cantinho da última página quase esquecido estava um quadradinho verde com um texto, uma espécie de nota da UNE (União Nacional dos Estudantes), que trocando em miúdos é a mãe da UEP. Pois bem, o dito texto que tinha o título de “Retrocesso” fazia menção à instauração no congresso nacional da CPI do aborto em dezembro passado.

            E começa com os termos que são próprios desse tipo de movimento: “O congresso nacional volta a Idade Média e promove uma verdadeira caça às bruxas com a instauração da CPI do aborto”. Não precisava nem ler o jornal inteiro para saber que se tratava de algo dito pela UNE, esse discurso de reprimido é típico deles, mas enfim, parecem tempos de guerra, onde uns caçam bruxas e outros inocentes que não possuem a menor possibilidade de defesa.

            Sabe-se que de fato este é um grito ‘papagaial’ da UNE que faz coro com movimentos feministas os quais também querem promover o holocausto de inocentes em nosso país, mesmo já tendo sido provado (mais de uma vez, aliás) que a maioria dos brasileiros é contra o aborto. Ah! E por falar em grito ‘papagaial’ eles também dizem que o aborto é uma questão de saúde pública, incrível não!? Não é isso que o governo diz? UNE. Sem rodeios, é óbvio que o aborto é uma questão moral, se isso não fosse verdade as guerras no Iraque e Palestina também seriam problema de saúde pública, sim, porque os inocentes assassinados nos ventres de suas mães são tão seres humanos quanto os que morrem em combate e, aliás, como ela mesma cita no texto, só no Brasil ocorrem cerca de um milhão de abortos por ano. Isso é mais do que o número de mortos nas guerras do Iraque e Palestina juntos.

            E não é só! Quem se lembra da caravana da UNE que viajou o Brasil ano passado e que graças a Deus saiu chutada da UFPE, deve ter ouvido também o grito pela legalização das drogas, por que será? Não sei, só sei que se essas pessoas tivessem a grande oportunidade de passar um dia numa comunidade pobre e arrasada pelos horrores do tráfico, certamente mudariam de opinião. Talvez isso não seja possível, porque dos belos apartamentos onde moram parte do movimento não se pode enxergar tais cenas, com seus belos carros não se pode chegar a tais locais, realmente, sendo assim não posso culpá-los, o problema é que de onde moro vejo isso quase todos os dias.

            Nós católicos podemos e devemos começar a dizer não a estes absurdos. Comecemos boicotando as carteiras de estudante confeccionadas pela UNE, assim não estaremos financiando quem faz coro pelo massacre de vidas inocentes e pouco ou nada faz pela melhoria das universidades.


Respostas

  1. ou… poderíamos disputá-la!

  2. depois de mudar o nome!


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